domingo, 30 de maio de 2010
Heaven up Here with Messias
Freak Scene with Top Surprise - An Interview

Vai lá, guitar bands clássicas são sempre pegajosas e vivem nas prediletas dos que tem bom gosto para coisa, se nos Estados Unidos temos Dinosaur Jr, Sebadoh, Moviola e mais recentemente Times New Vikings, na Escócia temos Urusei Yatsura, Delgados nos primordios no Brasil também não ficamos para trás, vide Pelvs, Second Come e agora fincando um ep daqueles de arregaçar temos Top Surprise, ah não conhece?!?!Então meu caro, é melhor começar a se preocupar, pois ou você esta ficando para trás, ou alguma coisa errada esta acontecendo, porque sinceramente, a recomendação deste que vos escreve é simples, leia atentamente a entrevista concedida pelo camarada André que ilustra exatamente o que é essa pancada recheada de de distorção, lo-fi, crueza, ou seja é musica feita de verdade, a pureza envolta as 6 canções contidas nessa petardo é digna de fazer um back to 90´s logicamente que com as caracteristicas de hoje, é fato que o debut do Top Suprise, Everything Must Go precisa constar em seus arquivos e mais, é preciso ter o artefato, ponto final.
Leia o que os caras tem a dizer mas antes pegue o arquivo, coloque em alto e bom som e dai sim comece a ler, tem tudo a ver.
Q. Como tudo começou?A. O Daniel nasceu junto comigo, somos gêmeos. Não me imagino tocando sem ele. A Bruna eu conhecia de longa data, sempre a quis na minha banda. A mesma coisa com o Fil. Fomos nos encontrando aos poucos, a Bu por amigos em comum, o Fil virou meu colega na faculdade. A banda da minha adolescência acabou virando a banda dos meus sonhos, e agora nos chamamos Top Surprise.
Q. Como foram os processos de gravações do EP...de onde vêm suas ideias? E o papel do Le Almeida, como foi trabalhar com ele?
A. É difícil estabelecer de onde vêm as idéias. Acho que das pessoas ao meu redor, em primeiro lugar. Pessoas que eu admiro, coisas que eu ouço, conversas interessantes. Mas eu dou duro em cada música, jogo muita coisa fora, quebro a cabeça em cada detalhe. Não que não seja um processo divertido também. E o resto da banda contribui muito.
A gravação foi muito alto astral, o Lê é um irmão. Fizemos tudo em um fim-de-semana, a banda inteira dele dormindo na sala aqui de casa. Ficávamos jogando baralho, conversando e tomando um porre gigantesco. A bateria no quarto, a gente cantando no banheiro, gravando guitarras no meio da sala. Eu moro em apartamento! Mas eu estava tranqüilo; se tem alguém em quem eu confio, é o Lê. Depois eu fui ao Rio para finalizarmos tudo com o Paulo, do Fujimo, que é outro bom amigo.
Q. Quais tuas influências? Cite alguns álbuns de cabeceira?
A. Essa pergunta é difícil. Os Eurosambas, do Gilbertos; Alien Lanes, do GBV; Fantasma, do Cornelius; Fear Of Music, do Talking Heads. Não consigo escolher. Pelvs, Cigarettes, Killing Chainsaw, Grenade, Second Come, essa geração toda. Vale citar selos? Flying Nun, Matador, Sub Pop, K. Times New Viking, Lê Almeida. Neutral Milk, Fellini, Dinosaur Jr., Joy Division. Nirvana, que é quem começou tudo pra mim. MBV, Breeders, João Gilberto.
Q. E os shows? Qual a sensação de tocar ao vivo? Quando rola um show aqui em Sampa?
A. Tocar ao vivo é a melhor parte. O show da Top Surprise é mais barulhento e caótico do que seria possível transmitir na gravação. Somos bem amadores. Não vejo a hora de tocar em SP. A Bu está morando aí agora, o que barateia um pouco o deslocamento. Levem tampões de ouvido.
Q. Que bandas você tem escutado atualmente? Quais indica para a galera gringas e nacionais?
A. Indico a árvore genealógica de Ohio, do Mike Rep ao Times New Viking, passando pelo Guided By Voices, Breeders, Moviola, etc. Ouvi bastante esses tempos o Alastair Galbraith, da Nova Zelândia, e descobri agorinha mesmo uma banda americana dos anos 90 chamada Lenola, que segue a linha do Thinking Fellers, Swirlies — excelente. Do Brasil, Carpete Florido, Fujimo, toda a galera da Transfusão. Gosto também da Lulina. E tem uma banda legal da Costa Rica chamada Las Robertas, que puxou papo pelo Myspace recentemente, lembra Breeders e Vivian Girls.
Q. Quando sai o álbum cheio?
A. Não tenho pressa, vai vir quando eu me sentir pronto. Pode ser no ano que vem, como pode demorar alguns anos. É importante que todas as músicas sejam únicas, completas, só quero gravar o que eu produzir de melhor. Não sou super prolífico, e não tenho nada contra o formato EP, que por sinal acho o mais atual. Pretendo fazer um grande disco um dia, e isso exige muita preparação. Depois disso eu mudo de área, vou escrever um romance, tirar fotos, aprender a cozinhar.
Q. Quais cover versions vocês gostariam de tocar?
A. Nós tocamos algumas em shows. Aproveitamos a gravação pra registrar Silvye’s Head, do My Bloody Valentine, e uma do Times New Viking. Tem também Neutral Milk Hotel, Ween, Breeders. Acho que seria curtição tocar alguma da Pelvs.
Q. Alguma informação adicional para nós?
A. O EP saiu em cassete pela Pug Records, dêem uma olhada no site. E sai em breve o CD-R pela Transfusão. Acho que isso é tudo. Grande abraço.
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Valeu André....!!!!
www.myspace.com/topsurprise
www.pugrecords.com
Top Surprise - Everything Must Go EP
segunda-feira, 24 de maio de 2010
The Perfect Needle with Telltale - An Interview


A. Stephan - Telltale was born in 2008 as a trio in Brooklyn. All the members used to play in different bands before - Charlotte (NC) garage outfit Elevator Action and Columbia (NC) noise band Orgone Accumulator - and met in NYC. I joined Telltale as a second guitar player in early 2009 when Audn - band I used to play in - went to hiatus.
Q: What are the band´s influences?
A. Stephan - We are into a lot of stuff - from post-punk/goth and Mute bands to Madchester era and Creation bands. Mostly 80's - early 90's influences. I was born and grew up in Eastern Europe. So i used to listen to a lot of brit-pop bands from 90's. Sometimes people describe our sound as gothgaze or dark shoegaze. Wall of sound, dark melodies and post-punk beats. A lot of guitar feedback.
Q: Tell us about the Telltale gigs...how was it?
A. Stephan - Telltale gig is different from classic shoegaze gigs. We don't use projections like MBV and most of new shoegaze bands because we think that people who go to see us actually need to see us and don't be distracted by random pictures on the wall behind the drummer. We are not a record player on stage, we are people. And we move on stage a lot. We are too bored to just stand and stare at our shoes all the time. It's a real fun for us to break strings or throw guitar in the air. Or something like that. We like light effects though.
Q: When is the album due?
A. Stephan - We just finished mastering of our debut record and hopefully it will be out this summer. We're gonna start shopping around for labels very soon. Also, we're going on short 10 days East Coast tour in August.
Q. What do you think about the shoegazer classic era?
A. Stephan - Needless to say that we can spend hours and hours talking about that. Those few years in late 80's - early 90's gave people a lot of new and timeless music. It was a bridge between psychedelic 80's rock music and britpop. Bands like The Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine, Ride, Slowdive, The Boo Radleys, The Verve shaped indie music scene of the last 20 years.

Q: Which bands you love to made a cover version?
A. Stephan - We used to cover "Back To Nature" by Fad Gadget. But it was long time ago. But we'd like to cover something from Adorable, Echo and The Bunnymen or even The Sisters Of Mercy.
Q: Which new bands you recommended?
A. Stephan - We know a lot of local shoegaze bands we can recommend: The Vandelles, Dead leaf Echo, Screen Vinyl Image (DC), Soren Well, Ringo Deathstarr (TX), Autodrone, Cruel Black Dove, Ceremony (VA), A Place To Bury Strangers, The Morning After Girls, 28 Degrees Taurus (MA), Elika. I also really like very cool welsh band called The Voices and english bands The Rulling Class and The Nova Saints.
Q: What´s the plans for future?
A. Stephan - Well, our plans include releasing our record, get signed, go on a tour, play more shows and eventually go to the studio to record some more material.
Q: Any parting words?
A. Stephan - Keep following our news and updates, try to catch our shows and don't mix too much drugs with too much alcohol. Everything should be in proportion.
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Thanks Stephan!!!!
www.myspace.com/telltalemusic
Telltale - Altahman - previous
domingo, 23 de maio de 2010
Killing in the Name of...by Kill for Total Peace

domingo, 16 de maio de 2010
Lo-Fi Heart by Lê Almeida - An Interview

Ah sim, agradecimentos ao Edu da Pug Records e Last Splash por facilitar os contatos....divirtam-se com Mr. Lê Almeida:
***** Interview with Lê Almeida *****
A. Vou dar uma resumida. Começei tocando bateria com uns 15 anos, passei por diversas bandas aqui da area e entre 2003 e 2004 passei a tocar guitarra e montei a Tape Rec pra fazermos um som ultra noise e cheio de melodias ao mesmo tempo, pouco tempo depois também formei a Coloração Desbotada que era meu projeto de gravações onde eu passei a mexer com os tipos de gravações tanto em K7 quanto no pc. Além dessas bandas eu cheguei a montar outras tocando guitarra mais que nunca ia adiante. Nesta mesma fase de 2003 pra 2004 eu decidi criar a Transfusão Noise Records pra ser uma logomarca que podesse representar todas as nossas bandas e as dos amigos que faziam um bom som. Minha iniciativa vinha também do fato de ser muito dificil de descolar shows por aqui então a ideia inicial seria gravarmos discos e mais discos (todos EPs) para que não perdessemos o bonde, parece que deu certo.
De 2005 em diante a gente foi lançando os discos da Transfusão e fazendo esporadicos shows. Alguns amigos se inspiraram para fazerem seus disquinhos e a coisa foi crescendo. Eu 2006 eu decidi gravar um EP sozinho com o meu nome com 4 canções mas a ideia foi fluindo e prolongando que acabei gravando um EP inteiro que foi o "Loufailândia" (entre isso ainda fiz um compacto em cd chamado "Fique bem com dropes de halls") e fiquei muito satisfeito com tudo, dai dei sequência e em 2008 fiz um outro compacto em cd chamado "Querida Deal", paralelamente a isso foi dando continuidade aos outros meus projetos e bandas.
Em 2009 lancei o meu 2° EP, o REVI com uma sonoridade bem diferente do 1°, mais roqueira e com pequenos toques de folk roque. O disco ganhou uma versão em vinil 7'' pela Vinyl Land e tem me dado uma ótima visibilidade, entrou até em listinhas de melhores do ano.
Q. Como forão os processos de gravações...de onde vem suas ideias?
A. São bem simples, até 2008 em gravava usando só aqueles microfones toscos de pc, pra mim não era e nem foi nenhum problema, a diferença era que eu fazia essas gravações e levava pra frente como uma coisa seria. o som das gravações aqui de casa só foi mudar quando eu ganhei 2 mesas de som dos meus irmãos do Fujimo. O REVI foi gravado no meu quarto inteiramente e no meu novo EP "Mono Maçã" eu tenho gravado as baterias no quintal e tá ficando lindo
Minha referência veio total de fazer o que for preciso com o que você tiver em mãos e pronto. Quando conheci o Guided By Voices eu encontrei um certo caminho a seguir.

Q. Você começou num duplodeck, aderiu ao computador e depois vieram coisas híbridas, com gravações digitais misturadas a takes analógicos de um four track da Tascam. Como você tem gravado suas últimas músicas. Já fez algo utilizando apenas o Tascam?
A. Como eu falei ai em cima, tenho gravado as baterias do meu novo EP no quintal e tenho usado o tascam pra grava-las. Ha alguns meses atras eu fiquei com o computador ruim e fiz umas sessões usando só o Tascam mais foram meio toscas demais pois eu ainda não conhecia muito bem essa parte de gravar só utilizando a fita, agora aprendi eu acho.
Q. Quais tuas influências?Cite alguns albuns de cabeceira?
A. Sou muito fã do roque feito nos anos 90 ou com a cara dos 90 como Guided By Voices, Dinosaur Jr, Pavement, Built To Spill, Apples in Stereo e também curto umas coisas velhas e lindas como Mutantes, The Who, Velvet Underground e outras. O Alien Lanes do GBV com certeza é um dos meu discos principais de cabeceira, o EP Spook do Flake e o Warm Girl Belong do Eric's Trip também são discos essenciais para minha sobrevivência. Também sou bem fã do Kiss e o Hottan Than Hell é um disco lindo!
Q. E os shows?Qual a sensação de tocar ao vivo?
A. Eu era mei desiludido até uns 3 anos atras mas consegui encontrar uma sensação muito bonita com os shows e as pessoas que passo a conhecer atras dele. Ultimamente tenho tocado em um nivel bem legal, a partir de agosto do ano passado as coisas começaram a fluir. Tenho conhecido muita gente e o nosso som tá cada vez mais potente ao vivo!

Q. Que bandas voce tem escutado atualmente?Quais indica para a galera
A. Tenho escutado meus velhos discos em mp3, inclusive montei um blog pra disponibilizar os discso que eu curto muito (www.bikeneverdie.blogspot.com). minhas dicas são Cat-A-Tac, o novo do Daniel Johnston e do Built to Spill, algumas coisas nacionais como The John Candy, Cretina, Silvo e Firefriend e o Moviola, que é um banda dos anos 90 muito legal que eu só fui conhecer no ano passado
Q. Como foi produzir o ep do Top Surprise?
A. Foi lindo, eu já conhecia o André atraves de conversas sobre discos e bandas na internet e passei a conhecer o pessoal lá de Juiz de Fora por causa do clipe de Nunca Nunca que a gente filmou lá e o pessoal produziu. Quando fomos fazer o disco da Top Surprise só programamos os dias pra fazer tudo e o restante a gente só deixava rolar. é bem legal conhcer e lidar com pessoas que estão em uma mesma dimensão de guitarras que você, foi um final de semana bem divertido a base de guitarras e alcool!
Q. Como estão os novos projetos?Coloração e carreira solo?Fiquei sabendo que o novo ep Mono Maça vai ser distribuido pelo WEEPOP?Conte sobre isso..
A. Pois é, o meu novo EP vai sair via WEEPOP com uma tiragem de cd 3'' lá em Londres. O lançamento tá marcado pra agosto. Além disso pretendo lançar um novo EP da Coloração mas agora como uma banda, também pretendo lançar algo da Babe Florida e da Tape Rec. Estou produzindo no momento o 1° EP do Carpete Florido que deve sair na mesma época que o Mono Maçã fora isso meus planos consistem todos em continuar tocando e fazendo shows por ai e se possivel de maneira independente e livre!

Q. Alguma informação adicional ....
A. tem uma agendazinha
- 28 de maio no Festival Maionese (AL)
- 4 de junho na Livraria da Esquina (SP)
- 5 de Junho no Cabaré Veneno em Caxias (RJ)
- 19 de junho em Cruzeiro no Mandala Café (SP) - com Wallace Costa
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Valeu Lê
http://www.myspace.com/lealmeida
Messias em SP

Release do ACONTECIMENTO abaixo:
Quarta - 19/05/2010
Messias
Cedo & Sentado
Entrada Franca
Porta 21h / Show 22h
Messias (líder do grupo "brincando de deus", de Salvador-Bahia) anuncia o lançamento do seu primeiro trabalho solo. O álbum — se é que ainda podemos chamá-lo assim — está saindo em MP3 e CD; em breve, ganhará versões em vinil e cassete, numa provocação aberta aos formatos. Precedido pelos singles "Resilience", “The machines are my family” e “God, if you can hear me”, seu trabalho chega a uma versão final com “Escrever-me, Envelhecer-me, Esquecer-me”, um álbum triplo (para os formatos CD, vinil e cassete, e inteiro para download), num total de 32 faixas.
Produtor e autor de todas as músicas, Messias reuniu músicos locais, colaboradores, parceiros da brincando de deus, além de contar com a co-produção de André t. Seu trabalho solo não se contrapõe ao que ele realiza com a brincando de deus, mas introduz novos elementos. As composições (em português e inglês) são formadas a partir de paisagens sonoras e textos pessoais, inaugurando um processo absolutamente particular de método de trabalho: o disco foi gravado no Estúdio T (em Salvador), mas é recheado de sessões realizadas em casa, no carro, em bares da cidade ou via celular. Diverso sem ser eclético, Messias faz uma tentativa pessoal: conferir sofisticação a um coração lo-fi. Assim, guitarras, programação, efeitos e cordas delineiam seu trabalho atual.
Além do seu trabalho solo e à frente da brincando de deus, Messias é doutor em Comunicação e professor da Universidade Federal da Bahia, onde trabalha com música e cultura digital. Mas é a dimensão estética de sua música que conferiu a Messias o reconhecimento por suas melodias e textos apurados. Em sua estreia solo, Messias demonstra rigor com o que faz: o disco é um trabalho singular de produção musical, projeto gráfico e convergência de som-texto-imagem.
Saiba mais sobre Messias em: www.messias.art.br
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Cosmic Dancer with Hollow Ox

terça-feira, 11 de maio de 2010
In a Hole with Woven Bones

segunda-feira, 10 de maio de 2010
Playing with Fire with The Lucid Dream

domingo, 9 de maio de 2010
A Night with Ringo Deathstarr

Ringo Deathstarr -Live At The Casbah, San Diego, CA
Life Inside a Window by Jean Paul Sartre Experience

JPS Experience - The Size of Food
sábado, 8 de maio de 2010
Life in on Chord by Straitjacket Fits

Uma das obras mais perfeitas a sair de lá foi o album de estreia do Straitjacket Fits intitulado Hail de 1988, bebendo em fontes da propria Flying Nun, e sintonizada com as guitar bands americanas e inglesas da epoca pré boom do rock independente, Hail impressiona pelo trabalho das guitarras, um clima denso muitas vezes como no caso da agonizante faixa titulo, o som dos Fits é siames ao do Bailter Space porém menos caustrofobico e mais melodico chegando muitas vezes proximo a sonoridade do grande Kitchens of Distinction caso de Sparkle that Shines, mas acima de qualquer coisa, Hail contem uma preciosidade chamada She Speeds, uma daquelas canções perfeitas, feitas para durar a eternidade tamanha inspiração de Shayne Carter o dono dos Fits.
Hail é um daqueles albuns que você escuta, se apaixona e vira preciosidade em sua coleção, e ai outras e outras preciosidades vem e vão, e quando menos se espera depois de anos, Hail esta lá intacto e atualissimo, suas guitarras oras sonicas, oras melodicas ficarão sempre na memoria dos bons sons.
Straitjackets Fits - Hail
domingo, 2 de maio de 2010
Loveless in Lo-Fi Version by Mustafa Et Monique

Mustafa et Monique - The Houdini Aubernige EP
Freak Scene with Broken Water

Soul in a Jar by Apollo Heights - An Interview

Acho incrivel e inaceitavel o quão tão pouco comentado foi o debut do Apollo Heights, primeiro porque na minha opinião o album é um turbilhão efervescente de misturas, inclua-se ai shoegazer, Cocteau Twins, A.R. Kane, David Bowie e vestigios logicamente da origem dos caras o espetacular e pouco conhecido The Veldt, eu mesmo já escrevi na primeira vez que os caras apareceram por aqui a importância do Veldt e segundo pelos caras terem um reconhecimento absurdo fora dos eixos, atualmente estam abrindo shows dos Bunnymen, sem contar que já tocaram com basicamente todas as principais bandas da atualidade, mas continuam obscuros e cultuando novamente o status de banda cool, como sou fã desde os tempos do Veldt, convidei Daniel Chavis para um bate papo e mais uma entrevista tornou-se clássica...

Q. Tell us about Veldt early years...when the band starts?
A. Well....... the early years for the Veldt were so much fun. We were optimistic about new music and the effect it would have on everyone not just one type of person. Little did we know we would be greeted by a wide range of hostility and ignorance. We were living in Raleigh North Carolina at the time actually between Raleigh and Chapel Hill (Which is really where we got our start) and that music scene was so bright and vibrant.
We actually started at a party where there was a terrible band playing we kicked them off their instruments and began to play. (Dave Burris our future bassist was actually in that terrible party band) from then on we began have a name thru out the town.
Q. Who are your influences/heroes?
A. mainly British. They were of the lies of the Cure,Siouxie and the Banshees,The Smiths,Echo and the Bunnymen. etc prettyy much bands that people are raving about now but at the time they were still around.
Q: Tell us about the Veldt´s gigs...how was it?
A. In the beginning they were pretty high energy all over the place. Later on during our first major tour (Opening for the Pixies,Lush,Throwing Muses,Babes in Toyland, Cocteau Twins)then,after the second gig (A tour) with the Jesus and Mary Chain(and having just came back from recording with Robin Guthrie in England),our sound changed to the point of no return.
Q: Too many people considerer Soul in Jar a classic, do you agree?In your opinion what´s the best Veldt, song....etc...
A. Soul in a jar came about while I was taking a bus across the country from California. I was reading Dante's inferno and Lyrically it influenced my belief in god and man. It was our first attempt to merge our sound with beats we had grown up with. Sadly the world would never know we were the first to do it.

Q: Explain, Why Veldt R.I.P., tell us about the end...
A. The Veldt R.I.P? Well we actually didn't break up in fact we plan on doing another LP at some point. Nowadays people just put out music and go for theirs! There is actually a big catalogue of new Veldt material that we have yet to release. We just wanted to do something a little different. So after we left Polygram we'd had it and just wanted to give the name rest a bit. Apollo Heights actually started in the year 2000.
Q: What´s the fundamental difference between Veldt and Apollo Heights?
A. Hmmmm I say not much. Apollo is a bit more beat driven.
Q. NY is a mecca from new noise/shoegazer and post punk bands, tell us about the scene in the city.
A. Segregated. Very : There are a lot of clicks in New York and some of them don't like outsiders so it's kinda hard to get into certain scenes. The indie scene is predominately latch key rich kids faking like they are poor. But there are allot of bands here and at times it CA N be very interesting. Just because of what I said earlier,I don't go out much.
Q. NY is a mecca from new noise/shoegazer and post punk bands, tell us about the scene in the city.
A. They are phenomenal!
Q: Which bands you love to made a cover version?
A. We do covers of "All Tomorrow's Parties" "Venus in Furs" Velvet Underground"
"Lady Jane" Rolling Stones "Sweet Thang" Chaka Khan. We do a couple of other but I cant remember.
Q: Which new bands you recommended?
A. Well I don't like much new music but the newer bands I like are:
The BrianJonestown Massacre
Asteroid #4
Specterum
Spaceman 3
Spiritualized
The Warlocks
Broken Social Scene
Stars
Q: What´s the plans for future....new records, a tour, maybe play in Brazil one day....
A. Well, the new LP is tentatively called "The Shocking Pink of your Electric Fur" supposedly it's a title from an E.E. Comings book. it was my brother's idea,but I think it's kinda stupid. We have a shoe this weekend opening for Echo and The Bunnymen so we are having mad rehearsals for that. I would hopefully like to get on tour with them.
Brazil:Please get us in touch with people that would like us to come to Brazil(Blogs,booking agents,papers WHATEVER!!). we would LOVE to come!!!!
Q: Any parting words?
A. TO NEW BANDS ,BE OPEN MINDED GIVE NEW SOUNDS A CHANCE AND NEVER FORGET THE PEOPLE THAT SUPPORT YOU.
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Thanks Daniel!!!!